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30 de jun de 2013

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Pesquisa de Malini no Twitter identifica fim da bipolaridade política no Brasil

Posted: 30 Jun 2013 11:47 AM PDT

Por Renato Rovai

Fábio Malini é professor da Universidade Federal do Espírito Santos e um dos estudiosos que mais respeito em redes sociais. Segue um texto dele analisando os novos fluxos da política a partir de uma pesquisa no Twitter. Tem revelações interessantes. A meu ver a principal é a de que hoje a rede tem uma zona potente que não é anti-Dilma e nem pró-Dilma. A partir da leitura deste estudo, se pudesse dar um conselho à presidenta, diria que é com as demandas deste segmento que ela tem que dialogar para fazer o seu governo dar um salto para a frente e escapar da encruzilhada atual.

Este grupo, denominado de verde por Malini, tem pautas relacionadas à forma como o governo tem lidado com a questão indígena, com a democratização da comunicação, com a construção de Belo Monte e como lidou com a bendita herança da gestão  Gil-Juca no MinC. São demandas que não são moduladas pela lógica das negociatas. É muito melhor para Dilma e para o país, um movimento dessa natureza do que buscar manter uma base fisiológica de 400 deputados no Congresso, que, convenhamos, a partir da última pesquisa Datafolha vai aumentar muito o preço do seu apoio.
Em relação ao fim da bipolaridade política que Malini identifica na movimentação do Twitter, este blogueiro tem dito em conversas com alguns interlocutores que o ciclo PSDB x PT pode estar vivendo seus últimos capítulos. Desde 1994 que as duas grandes forças nacionais nas disputas presidenciais são tucanos e petistas. Em 2014, este ciclo completará 20 anos. Segue estudo do Malini.
O termo Dilma nas redes sociais: o fim da bipolaridade política e o desejo de radicalizar mudanças
Publicado em  por  & Arquivado em Cartografia das controvérsias
Rede de RTs sobre Dilma mostra o fim da bipolaridade no Brasil. Um grande grupo altamente relacionado (mancha verde claro) é o elemento surpresa do debate público, disputando o sentido do que seja a Dilma.Rede de RTs sobre Dilma mostra o fim da bipolaridade no Brasil. Um grande grupo altamente relacionado (mancha verde claro) é o elemento surpresa do debate público, disputando o sentido do que seja a Dilma.A imprensa soltou uma nota afirmando que a Abin (órgão de inteligência do governo federal) passa a estar de olho nas conversações dos perfis das redes sociais. Pelo que vejo, através da análise de rede que faço aqui, a Abin deve estar trabalhando 24 horas sem parar, com todo o seu pessoal mais o triplo de "voluntários". Isso porque a densidade da rede de tweets, com recorrência da palavra Dilma, publicados no Twitter, só aumenta. Coletei, nos dias 16 e 17 de junho, esses tweets. Eles somam 170 mil. Destes, 50 mil são de RTs (republicações). Peguei o arquivo e plotei-o no Gephi, buscando saber quem são os Hubs dessa Rede. Grandes hubs são aqueles que possuem ótimas qualidades de conexões. Autoridades são aqueles que possuem ótimos conteúdos. O poder do segundo reside na credibilidade e na difusão. O primeiro, nisso e no fato de obter e circular informações de qualidade, para tantas outras autoridades. Resultado já sabido: Hubs são os ativistas. Autoridades, os perfis mais noticiosos. Para quem quiser visualizar no detalhe, é clicar aqui e baixar o pdf.Explicado isso, vamos aos verdadeiros resultados: a rede "Dilma" no Twitter possui uma densidade enorme. Isso significa que quanto mais conexões (linhas) existirem nessa rede, mais densa ela vai ficando (e isso não pára de acontecer). Uma alerta aí para a Abin (rs) e uma má notícia: o trabalho de vocês vai ser impossível se o crescimento continuar nesse nível. Essa densidade significa, em linguagem de "humanidades", que há muitas relações sendo produzidas. E essas relações criam, neste momento, componentes (grupos) fortemente conectados. E os grupos estão na rua. Para se ter uma ideia, a rede da figura acima possui 48481 componentes fortemente conectados. E somente 5475 fracamente conectados. É um evento múltiplo de grandes proporções.Os três grandes gruposRede da Perspectiva Anti-Dilma no Twitter.Rede da Perspectiva Anti-Dilma no Twitter.Trocando em miúdos. De olho, o que é possível ver? Que há três mega componentes fortemente conectados (dentro desses 48 mil). O primeiro é o azul claro. Nele encontramos o grupo de oposição a Dilma há anos. É uma rede cuja presença podemos visualizar: @robertofreire, @faxinanopoder, @joapaulom, @blogdonoblat, mirandasa_, blogolhonamira, @lidpsdbsenado, @rede45. Importante salientar que esses perfis ficam juntos porque se retuitam. O caso do Noblat é interessante. Ele é retuitado por muitos perfis, mas, de modo, mais recorrente por essa rede azul. Assim ele é "atraído" para essa rede. Noblat pode dizer que não, mas a sua perspectiva acaba sendo construída, e muito, por esse grupo.

Grupo de Defesa da Perspectiva Dilmista na Rede.

Grupo de Defesa da Perspectiva Dilmista na Rede.

A rede vermelha é o tradicional grupo que blinda a Dilma na rede e constrói pontos de vista alternativos. Um grupo que a própria Dilma passou a se manter com certa distância (em função da aproximação da presidenta com os grupos tradicionais de mídia). O grupo é formado por perfis tais como @zedeabreu, @stanleyburburin, @ptnacional, @blogdilmabr, @emirsader, @rogeriocorrea. É hoje uma rede política consolidada. E é quem está segurando o rojão da presidenta na rede. Veja: o que acontece com a jornalista Mônica Bergamo é o mesmo que ocorre com o Noblat. Bergamo é uma jornalista cuja perspectiva acaba sendo atraída pela rede de temas dilmistas.

Nem azul, nem vermelho, novos atores da opinião pública em rede apresentam pontos de vistas mais conectados com os das ruas.Nem azul, nem vermelho, novos atores da opinião pública em rede apresentam pontos de vistas mais conectados com os das ruas.

Toda rede ligada a algum político possui um certo padrão:a bipolaridade. Mas a grande novidade dessa rede acima é a mancha verde do grafo. Compostos com grandes centralidades tais como @iavelar, @helenapalm, @teclologoexisto, @semfimlucrativo, @matheusrg, @personalescrito, @tsavkko, @cadulorena. Essa é uma rede que narra fatos que nenhuma das duas outras gostam muito de discutir: a relação entre gastos públicos e Copa, a questão indígena, a crítica do que é esquerda e direita (são inúmeros temas). Ela tem perfil mais independente. E ganha relevância na conversação na rede. Possui alta conexão com as redes que circundam o centro do grafo. Isso significa que são perfis muito conectados com as ruas.

E a velha mídia, onde está?

Jornal de maior destaque na cobertura dos protestos, o Estadão ver seus tweets serem replicados, no lado esquerdo da tela, pelos seu  seguidores (desconectados com o resto da rede) e por perfis (à direita) de múltiplas matizes, múltiplas perspectivas.Jornal de maior destaque na cobertura dos protestos, o Estadão ver seus tweets serem replicados, no lado esquerdo da tela, pelos seu seguidores (desconectados com o resto da rede) e por perfis (à direita) de múltiplas matizes, múltiplas perspectivas.

A velha mídia são os nós de forte difusão. Como mostra a figura acima, que mostra o @estadao, o padrão é de ser perfis muito retuitados pelos seus seguidores (desconectados com o resto da rede) e por por usuários de diferentes perpsectivas (à direita da imagem). São autoridades, muito em função, dessa enorme difusão de tweets. Contudo, por que Folha, Estadão, Marcelo Tas, Rafinha Bastos – perfis muito retuitados – não criam grandes clusteres (grupões)? Simples, porque são retuitados, mas não retuitam. Os jornais, por exemplo, possui uma deontologia jornalística, cujo valor reside no problemático "ver tudo de longe". Ou seja, esses perfis não são ativos DENTRO da conversação/manifestação, porque não criam relações. E quem não cria relação não tem perspectiva.

Já as celebridades possuem outro ingrediente. Quem é Rafinha Bastos ou Marcelo Tas? Uma autoridade igual ao Estadão, do ponto de vista estrutural de rede: uma mega árvore nesse rizoma. A força deles deriva da escala de seguidores que possuem. Se Rafinha ou Tas assumem o risco de replicar continuamente outros perfis,eles assumirão uma causa política do Outro. E conectar mensagens escritas por seus seguidores permitem que discursos considerados menores sejam mega visualizados. Aqui reside um egoísmo enorme, que também é o núcleo duro do valor capitalista desses perfis: replicar vozes minoritários ou não? O Marcelo Tas retuitaria – continuamente – os fãns ou não? Por um lado, esses perfis têm tanta audiência, que não conseguem administrar as interações via menções ao mesmo tempo que possuem poucos seguidores (o recado é que eles filtram as pessoas que querem estar atentos – logo, se mantêm longe do que é notícia dentro do ativismo). Por um outro lado, há uma questão estratégica em torno da "imagem midiática" dessas grandes autoridades. Se retuitam pessoas nos protestos, entram na causa e perdem "valor de mercado". A opção é tuitar algo original, próprio, para ser muito retuitado: é o oportunismo do surfar no "assunto do momento". O que percebo é que as autoridades, como o Marcelo Tas. que vivem do "assunto do momento", para obter muitos RTs e serem mais vistos, acabam por fazer ironia sobre a dimensão ativista, sem criar grandes musculaturas coletivas na dinâmica da rede. E, com isso, acabam por serem simpáticos (ou antipático) ao movimento, legitimando-o de alguma forma, mesmo que seja através de um "tirar uma casquinha para aparecer". É complexo, mas vejo por aí. PS: sigo ambos no Twitter. E gosto dos dois. :)

A riqueza dessa rede Dilma está nesse fim da bipolaridade e na intensidade de subgrupos que resolveram debater se o governo da Dilma faz concessão demais ou não, é chanteado por grupo econômicos e políticos ou não, se o governo apoia as ruas ou não, se o governo vai manter as mudanças radicais abertas desde 2003 ou não. A questão na rede passa muito por aí, para além da factualidade das notícias que se difundem.

C'est ça.

 

A controversa carreira de Gilmar

Posted: 30 Jun 2013 11:11 AM PDT

Por Diário do Centro do Mundo
Para ajudar os leitores, preparamos perguntas e respostas sobre o complicado ministro do Supremo.

Um problema nacional

Um problema nacional

E eis que o ministro Gilmar Mendes está metido em mais uma controvérsia. Para ajudar os leitores do Diário a se situarem, montamos um grupo de perguntas e respostas sobre Gilmar.

Quem indicou Gilmar Mendes para o STF?

Fernando Henrique Cardoso.

Como a indicação de Gilmar Mendes para o STF foi recebida por juristas ilibados?

No dia 8 de maio de 2002, a Folha de S. Paulo publicou um artigo do professor Dalmo Dallari, a propósito da indicação de Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, sob o título de Degradação do Judiciário.

Qual era o ponto de Dallari?

"Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado", afirmou Dallari, "não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional."

Por quê?

Gilmar, segundo Dallari, especializou-se em "inventar" soluções jurídicas no interesse do governo. "Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito", escreveu Dallari. "No governo Fernando Henrique, o mesmo  Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, "inventaram" uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais.".

Como Gilmar, no cargo de advogado- geral da União, definiu o judiciário brasileiro depois de suas derrotas judiciais?

Ele fez uma afirmação textual segundo a qual o sistema judiciário brasileiro é um "manicômio judiciário".

Como os juízes responderam a isso?

Em artigo publicado no "Informe", veículo de divulgação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, um juiz observou  que "não são decisões injustas que causam a irritação, a iracúndia, a irritabilidade do advogado-geral da União, mas as decisões contrárias às medidas do Poder Executivo".

Havia alguma questão ética contra Gilmar quando FHC o indicou?

Sim.  Em abril de 2002, a revista "Época" informou que a chefia da Advocacia Geral da União, isto é, Gilmar, pagara R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público – do qual o mesmo Gilmar é um dos proprietários – para que seus subordinados lá fizessem cursos.

Criador e criatura

Criador e criatura

O que Dallari disse desse caso?

"Isso é contrário à ética e à probidade administrativa, estando muito longe de se enquadrar na "reputação ilibada", exigida pelo artigo 101 da Constituição, para que alguém integre o Supremo", afirmou Dallari.

Em outros países a indicação de juízes para o STF é mais rigorosa?

Sim.  Nos Estados Unidos, por exemplo, um grande jurista conservador, Robert Bork, indicado por Reagan, em 1987, foi rejeitado (58 votos a 42), depois de ampla discussão pública.

Como o Senado americano tratou Bork?

Defensor declarado dos trustes, Bork foi arrasado pelo senador Edward Kennedy A América de Bork – disse Kennedy – será aquela em que a polícia arrombará as portas dos cidadãos à meia-noite, os escritores e artistas serão censurados, os negros atendidos em balcões separados e a teoria da evolução proscrita das escolas.

O caso foi tão emblemático que to bork passou a ser verbo. Mais tarde, em outubro de 1991, o juiz Clarence Thomas por pouco não foi rejeitado, por sua conduta pessoal. Aos 43 anos, ele foi acusado de assédio sexual – mas os senadores, embora com pequena margem a favor (52 votos a 48), o aprovaram, sob o argumento de que seu comportamento não o impedia de julgar com equidade.

Na forte campanha contra sua indicação as associações femininas se destacaram. E o verbo "borquear" foi usado por Florynce Kennedy, com a sua palavra de ordem "we're going to bork him".

Já no Supremo, Gilmar continuou a agir contra os interesses dos índios, como fizera antes?

Sim. Em 2009, o governo cedeu aos guaranis-caiovás a terra que eles ocupavam então. Em 2010, o STF, então presidido por Gilmar Mendes, suspendeu o ato do governo, em favor de quatro fazendas que reivindicam a terra.

A mídia tem cumprido seu papel de investigar Gilmar?

Não, com exceção da Carta Capital. Na edição de 8 de outubro de 2008, a revista revelou a ligação societária entre o então presidente do Supremo Tribunal Federal e o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

O que é o IDP?

É uma escola de cursinhos de direito cujo prédio foi construído com dinheiro do Banco do Brasil sobre um terreno, localizado em área nobre de Brasília, praticamente doado (80% de desconto) a Mendes pelo ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.

Ayres Brito deu aula magna no IBD

Ayres Brito deu aula magna no IDP

 O que a Carta Capital revelou sobre o IDP?

O autor da reportagem, Leandro Fortes, revelou que o IDP, à época da matéria, fechara 2,4 milhões em contratos sem licitação com órgãos federais, tribunais e entidades da magistratura, " volume de dinheiro que havia sido sensivelmente turbinado depois da ida de Mendes para o STF, por indicação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso".

Quem dava aulas no IDP, segundo a Carta Capital?

O corpo docente do IDP era formado, basicamente, por ministros de Estado e de tribunais superiores, desembargadores e advogados com interesses diretos em processos no Supremo. "Isso, por si só, já era passível de uma investigação jornalística decente", escreveu em seu blog o autor da reportagem. "O que, aliás, foi feito pela Carta Capital quando toda a imprensa restante, ou se calava, ou fazia as vontades do ministro em questão."

O jornalista deu algum exemplo?

Sim.  Na época da Operação Satiagraha,  dois habeas corpus foram concedidos por Mendes ao banqueiro Daniel Dantas, em menos de 48 horas. Em seguida, conforme Leandro Fortes, "a mídia encampou a farsa do grampo sem áudio, publicado pela revista Veja, que serviu para afastar da Agência Brasileira de Inteligência o delegado Paulo Lacerda, com o auxílio do ministro da Defesa, Nelson Jobim, autor de uma falsa denúncia sobre existência de equipamentos secretos de escuta telefônica que teriam sido adquiridos pela Abin".

Como Gilmar reagiu às denúncias?

A Carta Capital e o repórter, por revelarem as atividades comerciais paralelas de Gilmar Mendes, acabaram processados pelo ministro.

Mendes acusou a reportagem de lhe "denegrir a imagem" e "macular sua credibilidade". Alegou, ainda, que a leitura da reportagem atacava não somente a ele, mas serviria, ainda, para "desestimular alunos e entidades que buscam seu ensino".

Como a justiça se manifestou sobre o processo?

Em 26 de novembro de 2010, a juíza Adriana Sachsida Garcia, do Tribunal de Justiça de São Paulo, julgou improcedente a ação de Gilmar Mendes e extinguiu o processo.

O que ela disse?

"As informações divulgadas são verídicas, de notório interesse público e escritas com estrito animus narrandi. A matéria publicada apenas suscita o debate sob o enfoque da ética, em relação à situação narrada pelo jornalista. (…) A população tem o direito de ser informada de forma completa e correta. (…) A documentação trazida com a defesa revela que a situação exposta é verídica; o que, aliás, não foi negado pelo autor."

É verdade que Ayres Brito, que prefaciou o livro de Merval Pereira sobre o Mensalão, proferiu aula magna no IDP?

Sim.

Procede a informação de que, em pleno Mensalão, Gilmar foi ao lançamento de um livro de Reinaldo Azevedo em que os réus eram tratados como "petralhas"?

Sim.

Bons amigos: Merval e Ayres Brito

Bons amigos: Merval e Ayres Brito

E agora, como entender a crise entre o Supremo Tribunal Federal e o Congresso?

Nas palavras do colunista Janio de Freitas, esta crise "não está longe de um espetáculo de circo, daqueles movidos pelos tombos patéticos e tapas barulhentos encenados por Piolim e Carequinha. É nesse reino que está a "crise", na qual quase nada é verdadeiro, embora tudo produza um efeito enorme na grande arquibancada chamada país".

É verdade que o Congresso  aprovou um projeto que submete decisões do Supremo ao Legislativo?

Não. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, como explicou Janio de Freitas,  nem sequer discutiu o teor do projeto que propõe a apreciação de determinadas decisões do STF pelo Congresso. "A CCJ apenas examinou, como é de sua função, a chamada admissibilidade do projeto, ou seja, se é admissível que seja discutido em comissões e eventualmente levado a plenário", explicou Jânio. "A CCJ considerou que sim. E nenhum outro passo o projeto deu."

E qual foi a atitude de Gilmar neste caso?

Ele afirmou que os parlamentares "rasgaram a Constituição".  Isso só é equiparável, segundo Jânio, à afirmação de Gilmar de que "o Brasil estava sob "estado policial", quando, no governo Lula, o mesmo ministro denunciou a existência de gravação do seu telefone, jamais exibida ou comprovada pelo próprio ou pela investigação policial".

Fonte: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-controversa-carreira-de-gilmar/

29 de jun de 2013

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Brasil a Grobo Manda

Posted: 28 Jun 2013 02:01 PM PDT

Uma Singela Homenagem, ao Brasil…

24 de jun de 2013

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BOMBA! Wikileaks vaza conspiração militar que visa tomar a presidência do Brasil

Posted: 24 Jun 2013 05:27 AM PDT

"Nos foi repassado o plano de Golpe de Estado mais sofisticado da história do Brasil. Sem armas e sem exército nas ruas! Se o gigante realmente acordou é necessário que lave logo o rosto."

Muito se comenta que as manifestações ocorridas nos últimos dias podem rumar numa direção de violência sem controle. A tendência é que a situação se agrave até que o cenário político torne-se insustentável e sobrevenha um golpe militar com o pretexto de recolocar a nação em ordem. Aparentemente, a conjuntura descrita não passava de mera paranoia coletiva que, para a surpresa geral, acaba de ser tornar real e efetiva. Uma lei aprovada de última hora sobre morte e vacância do presidente e a fundação relâmpago do PMB (Partido Militar brasileiro), já davam certos sinais de um clima conspiratório rondando o país. Um whistleblower brasileiro, que ainda não se assumiu publicamente, vazou ao Wikileaks, organização internacional que dá publicidade a documentos extraoficiais, um arquivo de áudio que expõe a descoberta de uma conspiração militar reacionária de Direita que visa tomar o poder no Brasil. O áudio, ainda sendo descriptografado pela equipe de Julian Assange, detalha passo a passo a ação. Os interlocutores do diálogo conspiratório ainda não foram identificados. "Forjarão a necessidade de uma reunião emergencial entre as principais lideranças brasileiras. Alguns deles irão em conjunto num helicóptero rumo a um destino não revelado. Dentro da aeronave estarão Dilma, a presidente, Temer, o vice, Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados e Renan Calheiros, atual presidente do Senado. Este helicóptero sofrerá falhas mecânicas, caindo no oceano e levando a óbito todos os passageiros. Uma vez que é o atual presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa assumiria compulsoriamente a Presidência da República. Barbosa está em processo de filiação ao PMB, Partido Militar Brasileiro, que acaba de nascer! O Brasil está diante de um dos golpes mais sofisticados da história dado que nenhum tiro precisará ser disparado e nenhum soldado sequer precisará ir às ruas. Não será necessário nem mesmo acionar a lei da vacância, que curiosamente acaba de ser suscitada", afirmou Julian Assange, direto da embaixada do Equador em Londres.

23 de jun de 2013

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Gráfico mostra que Anonymous é o comando da CIA na internet na revolução tropical?

Posted: 23 Jun 2013 07:45 AM PDT

http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Captura-de-Tela-2013-06-22-%C3%A0s-22.22.41-e1371950879882.pngGráfico desenvolvido por Sergio Amadeu demonstra que os perfis ligados ao Anonymous Brasil e AnonymousBR foram os mais importantes para a disseminação de conteúdo relacionado às manifestações do Movimento Passe Livre no dia 17 de junho de 2013

Por Luiz Carlos Azenha, respondendo ao que me perguntaram aqui e ali e testando hipóteses

REVOLTA ANTICAPITALISTA?

Se fosse, os manifestantes teriam se dirigido à fábrica da Volks em São Bernardo, para cercá-la. É o símbolo do capitalismo industrial no Brasil e de onde saem os automóveis que entopem as ruas das metrópoles e inviabilizam o transporte público. Provavelmente os manifestantes teriam de enfrentar os trabalhadores da Volks, que não querem perder os próprios empregos.

Se fosse uma revolta anticapitalista, os manifestantes teriam cercado a sede do Itaú, que tem lucros bilionários graças aos juros e taxas escorchantes. Provavelmente seriam rechaçados pelos bancários, que não querem perder os próprios empregos. Uma coisa eu garanto: se a revolta se tornar anticapitalista, some do Jornal Nacional.

REVOLTA DA CLASSE MÉDIA?

O comando é da classe média urbana que tem bom acesso à internet nas regiões metropolitanas. Frações da classe trabalhadora remediada, aquela que ascendeu  ao longo do governo Lula, aderiram.

O lúmpen vai no bolo. Quando ele se manifesta politicamente através do saque, é reprimido.

Parar uma rodovia estratégica, causando milhões de reais em prejuízo para o público em geral, é aceitável; invadir uma loja de automóveis e "espancar" os veículos, causando um prejuízo de alguns milhares de reais, é um horror! O que guia esta rebelião juvenil são valores da classe média e seus interesses de classe — pelo menos é o que nos quer fazer crer a mídia.

CONTRA O ESTADO?

Os ataques se concentram em prédios públicos ou obras públicas consideradas desnecessárias pelos manifestantes, como os estádios da Copa. O ex-presidente Lula, em seus dois mandatos, trouxe o debate ideológico para dentro do governo, resolvido em conchavos de bastidores a portas fechadas.

Os manifestantes agora batem na porta, de forma espontânea e desarticulada. Só acredito tratar-se de um movimento progressista quando surgir algum cartaz pedindo a taxação da fortuna da família Marinho para financiar o transporte público gratuito;  quando os manifestantes se dirigirem às garagens das grandes empresas de ônibus que financiam campanhas políticas e tem lucros extraordinários para protestar; quando incluirem na pauta do debate sobre corrupção a Privataria Tucana, corruptores, empreiteiras e o jabá que a Globo paga às agências para manter o monopólio das verbas publicitárias. Por enquanto, só se debate a corrupção pública, nunca a corrupção privada.

NOSSO GUIA?

Um estudo de Sergio Amadeu demonstrou que vários perfis dos Anonymous são os mais influentes na disseminação das mensagens dos manifestantes que se organizam em redes sociais. Quem faz a cabeça dos Anonymous? A cabeça dos Anonymous é feita no Brasil ou fora do Brasil?

P2 E INFILTRADORES?

Houve várias denúncias de que infiltradores e provocadores agem em manifestações. Um grande número de despolitizados nas ruas, sem lideranças conhecidas e organizados de forma horizontal ficam sujeitos a todo o tipo de manipulação. São alvo fácil para todo tipo de agenda. Desde a dos militares que se revoltam contra a Comissão da Verdade a outros agentes interessados em criar algum tipo de instabilidade institucional.

Embora não haja provas disso, a denúncia de uma conspiração internacional foi assumida pelo primeiro ministro da Turquia, Recep Erdogan.

CONJUNTURA INTERNACIONAL INDICA CONSPIRAÇÃO?

O Brasil é o pilar central de sustentação de um projeto alternativo à hegemonia completa dos Estados Unidos na América do Sul. Não fosse Lula e Dilma, o risco de uma derrota de Nicolás Maduro em recentes eleições na Venezuela teria sido muito maior. O apoio do Brasil é essencial ao Mercosul, à Unasul e a outras iniciativas de caráter regional.

Desde a ascensão de Hugo Chávez os Estados Unidos desenvolvem planos abertos — via sociedade civil — e secretos para instalar um governo que garanta acesso às maiores reservas de petróleo do mundo em condições mais vantajosas para Washington. Pelo seu tamanho, as reservas da Venezuela são o fiel da balança na determinação dos preços internacionais do petróleo. Em menor escala, o mesmo podemos dizer sobre o pré-sal. Portanto, não devemos descartar 100% a possibilidade de ação subterrânea, especialmente através das redes sociais, onde muita gente atua atrás da cortina do anonimato. O ciberespaço é hoje território de guerra. Mas, repito, não há qualquer indício, nem prova de que isso de fato esteja acontecendo.

BOICOTE TARDIO À COPA?

Sei lá, mas o vídeo bombou.

REVOLUÇÃO COLORIDA?

Duvido. Ou, pelo menos, não existe qualquer prova disso. O dado concreto é de que temos um tremendo descontentamento dos jovens com as instituições brasileiras — e este é o motor principal. Porém, como se perguntou Gilberto Maringoni durante ato da Paulista: como explicar a revolta num país com alta taxa de emprego e com crescimento econômico razoável?

As revoluções coloridas, como se sabe, foram promovidas através de investimento direto ou indireto de ONGs dos Estados Unidos, algumas delas com financiamento público, como o National Endowment for Democracy (NED), que desenvolve programas de "promoção de democracia" em várias partes do mundo; ou a Open Society, do especulador George Soros. Há vários livros ou artigos, como este, descrevendo a atuação mundial destas organizações. Elas foram bem sucedidas em diversas rebeliões que derrubaram governos na Europa Oriental, com a mobilização de jovens através das mídias sociais.

As campanhas obedeciam técnicas inovadoras de marketing, símbolos e palavras de ordem de fácil entendimento. Também há relatos sobre a atuação destes grupos antes ou durante a Primavera Árabe. Argumenta-se que o objetivo dos Estados Unidos é promover governos mais dóceis ou causar instabilidade interna que deixe os governos mais vulneráveis a seus interesses. Na Líbia, a derrubada do ditador pela via militar teria tido o objetivo não de "promover a democracia", mas de obter melhores condições na exploração do petróleo e eliminar um governo que sustentava o projeto político da África para os africanos, muito parecido com o papel que o Brasil desempenha na América do Sul.

A jornalista canadense Eva Golinger escreveu um livro, chamado USAID, NED e CIA, Uma Agressão Permanente, sobre a atuação destes organismos dos Estados Unidos na Bolívia, Cuba, Honduras e Venezuela (clique no link para baixar o livro em PDF). A possibilidade de um golpe institucional foi aventada por leitores depois que a embaixadora dos Estados Unidos no Paraguai, Liliana Ayalde, foi indicada para ocupar o cargo no Brasil. Ela teve uma longa trajetória na USAID, a agência de desenvolvimento internacional de Washington e estava em Assunção quando o presidente Fernando Lugo foi derrubado.

ATAQUES COMBINADOS?

Muito embora não exista uma coordenação nacional organizada, chama a atenção o fato de que ações parecidas tenham acontecido em lugares distintos, como a repressão a ativistas de esquerda ou de movimentos sociais que portavam seus símbolos. O mesmo se pode dizer dos ataques a viaturas da mídia, uma para cada emissora: Record, SBT e Bandeirantes. Isso é garantia de que a mídia não fará uma cobertura negativa dos acontecimentos? Não sei.

INFILTRADOS NA ESQUERDA? 

Nem um fio de indício ou prova desta teoria conspiratória. Ela é sustentada aparentemente pelos leitores do livro Quem Pagou a Conta? A CIA na Guerra Fria da Cultura. Este e outros livros demonstram que, ao longo da guerra fria, a agência de espionagem dos Estados Unidos financiou direta ou indiretamente muitas pessoas ou organizações tidas como "de esquerda".

AÇÃO CLANDESTINA NACIONAL?

Aí, sim. Improvável, mas possível. Hoje, pela segunda vez, a Globo mostrou em jogo da seleção brasileira a marca #ogiganteacordou em cartaz. A primeira foi no jogo Brasil vs. México. Agora, reaparece na partida Brasil vs. Itália. Onde anda aquele guru indiano do José Serra?

COINCIDÊNCIA?

Houve uma campanha midiática contra Lula no ano que antecedeu sua reeleição, em 2005. As denúncias foram formuladas no laboratório de Carlinhos Cachoeira e propagadas pela revista Veja. Dilma Rousseff vive o ano que antecede aquele em que poderá ser reeleita sob várias crises: apagão elétrico que nunca se materializou, hiperinflação do tomate de 5% ao ano e agora rebelião juvenil organizada através das redes sociais. Coincidência? Mas o cavalo-de-pau dado pela mídia na cobertura da rebelião juvenil reforça a tese do oportunismo, não de uma ação pré-organizada.

Leia também:

Em Minas, a faixa que não vai sair na Globo

22 de jun de 2013

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6 Meses antes das Eleições 2002, O BILHÃO DA GLOBO BNDES injeta recursos na maior empresa de tevê a cabo do País e desperta reações negativas

Posted: 22 Jun 2013 06:31 AM PDT

Por Juliana Simão – Isto É

O BNDES, maior banco de fomento do País, anunciou na terça-feira 12 a operação de capitalização da Globocabo, principal empresa nacional de tevê por assinatura, que carrega uma dívida de R$ 1,6 bilhão, dos quais R$ 514 milhões vencem já em 2002. A companhia terá um aporte de R$ 1 bilhão. Dos cofres do banco virão R$ 284 milhões. Nesse negócio, há alguns fatos que merecem ser analisados:

• Embora tenha apenas 4,8% das ações da Globocabo, o banco decidiu oficialmente entrar com 28,4% dos recursos do aumento de capital. Só que a conta real sobe para 40,8%, pois uma parcela de R$ 305 milhões que deveria sair da Globo, maior acionista da empresa, não vem em dinheiro. Trata-se de uma manobra contábil. A Globo tinha em seu balanço esse valor contabilizado a título de expectativas de ganhos futuros da Globocabo. Foi isso o que se transferiu à operadora de tevê por assinatura.

• A Globocabo anunciou em 2001 um prejuízo de R$ 700 milhões. Foi a sétima perda em sete anos consecutivos. Em toda a sua história, a empresa só teve lucro em um trimestre e, mesmo assim, de
R$ 1,4 milhão. No ano passado, mais uma vez, a base de clientes caiu. Passou de 1,47 milhão para 1,28 milhão.

• O BNDES não possui qualquer política de financiamento destinada a empresas de mídia. A Bandeirantes e o SBT já tentaram obter recursos e receberam a informação de que o banco não opera nesse setor. A Globocabo não é exatamente do ramo de comunicação, mas sua controladora é.

• O Brasil está há seis meses das eleições.

Diante dos fatos que ocorreram, as reações, naturalmente, foram negativas. A Bandeirantes escalou seu vice-presidente, Antônio Teles, para comentar a operação. "Por que o BNDES tem que socorrer uma empresa insolvente?", indagou. "É um escárnio e um espanto que isso tenha acontecido a poucos meses das eleições". Na Abril, que concorre diretamente com a Globo no mercado de tevê por assinatura, a primeira reação do presidente Roberto Civita foi a seguinte: "Se for assim, eu também quero." O Bispo Rodrigues, coordenador da bancada evangélica na Câmara dos Deputados e dos interesses da Record, foi duro. "Por que a sociedade deve emprestar tanto dinheiro a uma empresa privada?"

O BNDES logo tratou de defender a operação, mas deixou dúvidas. Seu presidente, Eleazar Carvalho, que um dia antes do anúncio havia dito que o banco não é "hospital de empresas", afirmou que a injeção de recursos foi a única forma de preservar o que BNDES já investiu na Globocabo. Mas de acordo com a consultoria Economática, o valor de mercado da Globocabo é hoje de R$ 1,8 bilhão. Os 4,8% do BNDES, portanto, valeriam menos de R$ 90 milhões. Para preservá-los, o banco ofereceu R$ 284 milhões à Globocabo. O mercado financeiro também reagiu mal. As ações da empresa caíram 9,8% um dia depois do anúncio da operação e já acumulam um tombo de 60% em um ano. "Os indicadores da Globocabo são piores do que os das outras empresas de tevê por assinatura que atuam no Brasil", disse à DINHEIRO Matthieu Coppet, analista do banco suíço UBS em Nova York.

Apenas como comparação, é interessante perceber o comportamento de um outro acionista, que tem uma parcela maior do que o BNDES na Globocabo. A Microsoft, com 7,5% da empresa, já decidiu que não entrará no aumento de capital. Deixará sua participação acionária ser diluída. Comenta-se, no mercado financeiro, que a avaliação da Microsoft, que pertence a Bill Gates, o homem mais rico do mundo, é que a Globocabo não tem mais como prosperar. A associação só interessou enquanto se imaginou que haveria sinergias entre o negócio de tevê a cabo e a internet.

O diretor-geral da Globocabo, Luiz Antônio Viana, diz que ainda não há uma destinação definida para o aporte de R$ 1 bilhão. Segundo ele, nem tudo será usado para pagar as dívidas. "O dinheiro não será carimbado", afirmou. "É uma montanha de dinheiro e pretendemos comer este elefante aos bifes."

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/10578_O+BILHAO+DA+GLOBO#.UcTo1M5ged4.twitter./

Mais revelações da Agenda Illuminati por trás da onda de protestos no Brasil

Posted: 22 Jun 2013 06:12 AM PDT

Segundo o General reformado do Exército, Durval Antunes de Andrade Nery, já existem no Brasil há 3 anos, mercenários da Blackwater (empresa do Governo Americano) e que no Brasil, atuam como agentes “provocadores de protestos”.

Confira…
A onda de protestos que tomou conta do Brasil nos últimos dias, começou com manifestações contra as tarifas de ônibus abusivas em Porto Alegre no final de Março, e rapidamente se tornou viral por todo território brasileiro, se espalhando pelas capitais e principais cidades e ampliando o alvo das manifestações contra a corrupção endêmica no país, falta de segurança pública, serviços públicos sucateados, inflação, auto custo de vida e principalmente contra os monstruosos gastos do governo federal para sediar a copa do mundo de 2014, em detrimento de um sólido programa de investimento em educação.

Não demorou muito até que as manifestações organizadas nacionalmente através de redes sociais na internet descambassem para a violência, vandalismo e choques com um aparato policial despreparado, hostil e desposto a tratar manifestantes como terroristas.

E é por traz dos bastidores desse cenário que aparentemente não passa de insatisfação popular, que uma agenda muito mais sinistra e maligna está em andamento sem o conhecimento da grande maioria do povo brasileiro e dos milhares de manifestantes, usados como c.
A versão oficial da grande mídia trata os protestos apenas como uma onda de insatisfações populares contra um sistema sócio politico extremamente corrupto e uma sociedade extremamente desigual e essa é a versão que a maioria acredita ser o retrato dos fatos, mas o que vc não vai ver na TV, o que a Rede Globo, a Bandeirantes e a grande mídia corporativa não vai te dizer, é que um grande aparato profissional posto em pratica por organizações e empresas de faxada infiltradas no governo brasileiro que operam sobre as diretrizes de agencias governamentais estrangeiras em companhias privados especializadas em provocar protestos populares, revoltas urbanas, manifestações anárquicas e o mesmo terrorismo doméstico fabricados em países de 3º mundo em desenvolvimento.
A maioria dessas agencias secretas e grupos privados trabalham para o Governo Norte Americano, e apesar da total ignorância da maioria do povo brasileiro e desconhecimento sobre o assunto, esses grupos já operam no Brasil ha pelo menos 10 anos, e há uma enorme possibilidade dos recentes protestos nacionais esterem sendo controlados por grupos de interesses estrangeiros.
De um ano pra cá, esses grupos se especializaram em promover anarquia e caos social na maioria dos países árabes e ao norte da Africa que apresentam algum tipo de empecilho a agenda sionista de dominação global imposta pelos Estados Unidos e Israel. Também não por coincidência os territórios da maioria desses países estão assestados sobre depósitos minerais extremamente valiosos e o meio mas usado por esses grupos de interesses para infiltrar no governo desses países e tomar conta dos seus recursos minerais sem uma invasão e ocupação militar formal é através organizações e empresas de faxada para CIA e o Mossad que são especializadas em recrutar operativos locais, também chamados de “agentes provocadores” para serem infiltrados em grupos sociais diretamente relacionados com manifestações populares. Em muitos casos os agentes provocadores também são infiltrados em orgãos do governo responsáveis por segurança publica, de modo a estimular hostilidades de ambas as partes.
Como esse é ainda um assunto limitado a mídia alternativa, blogs, fóruns de discussões, paginas e grupos em redes sociais na internet, dedicados a expor conspirações globais, a maioria das pessoas não tem conhecimento o que esta acontecendo e como esta agenda funciona, o fato mais ignorado pela maioria da sociedade é a existência de um Governo Secreto Mundial que controla todos os governos supostamente eleitos por vontade popular. Esse governo Secreto é conhecido mundialmente como Os Illuminati, que tem fantoches e marionetes em todos os níveis sociais e principalmente nas esferas de poder, que são usados de acordo com as diversas agendas desse governo secreto.
O tipo de causa e anarquia em andamento no Brasil nesse momento, é um clássico da chamada dialética Illuminati, que basicamente criam um problema especifico para provocar uma reação popular sempre permeada por violência, que inevitavelmente irar levar a um cenário fora de controle, que irá criar a oportunidade para a instalação de uma solução apresentada pelos Illuminatis que melhor se encaixe a alguma agenda que já esteja em andamento.
Se você está tendo dificuldade em entender o que isso tem haver com os protestos no Brasil, eu já vou chegar lá !
As vésperas da Copa do Mundo de 2014 a tendencia natural da onda de protestos por todo o país, é crescer até que a legitimidade seja perdida em meio ao caos e a anarquia, se tornando a ser oficialmente um problema a ser solucionado com forte repressão social, nesse ponto os Governos Estrangeiros vão alegar que o Brasil é absolutamente inseguro e inapto para sediar a Copa do Mundo sem um reforço internacional na segurança que será convenientemente providenciado por empresas especializadas em infiltrar exércitos de mercenários em países que sejam do interesse da Cabala Sionista Illuminati e seu mais poderoso fantoche: O Governo dos Estados Unidos.
E agora vc vai entender o porque dessa Agenda.
Durante o segundo mandato de Lula como Presidente do Brasil, uma das maiores reservas petrolíferas submarinas do mundo foi descoberta pela Petrobrás no litoral brasileiro e irresponsavelmente anunciada pelo DESgoverno do PT, de modo a provocar a cobiça internacional e colocar em risco a soberania brasileira sobre a exploração dessas reservas e até mesmo colocando o país em risco de sofrer uma intervenção militar americana direta ou indireta.
O que acontece é que Lula, mais corrupto presidente da história do Brasil, e totalmente comprometido com os interesses da Cabala Illuminati, indicou um operativo de uma das maiores empresas norte-americanas de logística para a apropriação e exploração de recursos naturais estrangeiros, a Halliburton, para ocupar o cargo de diretor da Agência Nacional do Petróleo, o Nelson Narciso Filho que foi imediatamente aprovado pelo Senado Brasileiro. A Halliburton trabalha em conjunto com agencias do Governo Norte Americano como a CIA e empresas especializadas em infiltrar exércitos de mercenários para operações secretas e ilegais em diversos países, especialmente países do 3º mundo em desenvolvimento(Lia-se: a Blackwater). Essas empresas de mercenários de mercenários também dão suporte de terrorismo doméstico e manifestações populares com desenvolvimento hostil.
Se vc ainda continua sem entender o que isso tudo tem haver com os recentres protestos no Brasil, a resposta é simples.
Um cenário de caos social e anarquia generalizada hipoteticamente irá forçar o DESgoverno Brasileiro do PT a aceitar um aparato internacional de segurança, fornecido por empresas de exércitos de mercenários(Blackwater), pode levar até mesmo uma intervenção legitimada pelas Nações Unidas(ONU) em caso de que um evento mais violento venha a ocorrer durante a Copa do Mundo, um evento certamente criados com suportes de agentes provocadores a serviço das mesmas empresas contratadas pelo DESgoverno brasileiro.
Segundo o General reformado do Exército, Durval Antunes de Andrade Nery em entrevista reveladora para o popular jornal carioca O Dia, existem exércitos de mercenários do Governo Americano operando em território brasileiro, especialmente em região amazônica, onde a legislação brasileira, dificulta a ação militar dentro de reservas indigenas, ainda segundo o General Andrade Nery todas as plataformas nacionais de petróleo, controladas pela Halliburton, são protegidas por unidades de mercenarios a serviço do Governo dos Estados Unidos, como também toda a Data Base de informações sobre a exploração do Pré Sal vai diretamente para a CIA, atravez da “nossa” Agencia Nacional do Petróleo.
Entendeu agora por que os protestos podem esta sendo estimulados por grupos de interesses, com uma Agenda sinistra que visa se apropriar dos recursos brasileiros de petróleo e gás natural, um cenário de anarquia social e caos as vésperas de uma Copa do Mundo, favorece a instalação de mais exércitos de mercenários com a desculpa de reforçar a segurança para a Copa, até que aja uma quantidade de homens suficiente para dificultar qualquer ação os Militares Brasileiros.
Como eu já disse anteriormente, os mercenários agentes provocadores, dando suporte para terrorismo doméstico e revoluções urbanas, se infiltram em grupos ligados diretamente relacionados com movimentos sociais e em orgãos do governo responsáveis pela segurança publica(A Policia), e a ignorância popular e total desconhecimento de suas táticas e da sua existência, é o principal aliados que eles tem. Se identificar qualquer atividade suspeita em meio aos protestos, carros pretos como vans americanas, elementos falando em inglês, carregando mochilas pretas, usundo radios de comunicação, ou algo do gênero, FOTOGRAFE, FILME e ponha na internet para que as pessoas acordem e vejam o que realmente está ocorrendo.
THE END.
Fontes:
1- http://projetosili.blogspot.com.br/2008/08/mercenrios-da-blackwater-j-operam-no.html
2- http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2006/06/20/senado-aprova-indicacoes-para-o-cade-a-anp-e-a-antaq
3-http://www.oxfordafricanetwork.org/panel-nelson-narciso.htm
4- http://teoriadaconspiracao.org/discussion/1909/alerta-operacao-ogiganteacorda-do-mossad-israelense-esta-em-curso-no-brasil/p1
5- Está na hora do próximo passo. by Johnnie Walker Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=p7wUxyjOkzo

Read more: http://www.revelacaofinal.com/2013/06/mais-revelacoes-da-agenda-illuminati.html#ixzz2WwyJ7gPT

WHAT IS THIS, “COMPANHEIRO”? Tem boi na linha

Posted: 21 Jun 2013 05:26 PM PDT

Por Tijolaço

Recebi e copio aqui um texto da maior importância, que deve ser lido por todos os que ainda duvidam da presença de grupos organizados de provocadores e por gente contrária ao Brasil que se aproveita dos desejos generosos que movem os jovens que estão se manifestando em todo o Brasil.
Tem boi na linha. #changebrazil?  Qual seus interesses?
"Quanto mais pessoas colocarem pressão sobre o Brasil, mais rápido o Brasil terá que se dobrar"  Diz porta-voz anônimo do movimento ChangeBrazil
Nem tudo que está acontecendo parece ser espontâneo. Qualquer pessoa que já tenha trabalhado com planejamento de campanha publicitária, especialmente online, sabe que algo assim é possível. Não é tão diferente de planejar o lançamento de um filme ou turnê para o público jovem.
Há um movimento na internet, que surgiu no dia 14 de junho, voltado principalmente para jovens, chamado #changebrazil (surgiu assim mesmo, em inglês). Em português o nome do movimento é Muda Brasil. Esse movimento postou vídeos, aparentemente espontâneos, que foram vistos por mais de 1 milhão de pessoas, a maioria deles jovens (muitos secundaristas) que estão indo para as manifestações em clima de festa e máscara V de Vingança.
Na quinta-feira, dia 13 de junho a polícia de Geraldo Alckmin (PSDB)  reprimiu de forma violenta manifestantes do Movimento Passe Livre, cidadãos e jornalistas. Logo no dia seguinte a grande imprensa passou a defender o movimento e surgiu um vídeo, em inglês, com legendas em inglês, que se intitulava "Please Help us" (Por favor, nos ajude). O vídeo, com um narrador com visual rebelde (alguém sabe quem ele é?) que já foi visto por mais de 1 milhão e 300 mil pessoas, passa rapidamente sobre tarifa de ônibus, critica a mídia e estimula aos jovens o ódio contras os políticos, enaltece o STF e estimula quem ver o vídeo a espalhá-lo e debater o assunto na internet. Sugiro que quem não entende o clima da juventude no protesto ou que tem ilusões de que eles são de esquerda, o assista. http://youtu.be/AIBYEXLGdSg
O vídeo parece simples, mas a iluminação e fundo é profissional, foi feito em estúdio, e se prestar atenção, verá que o manifestantes (alguém o conhece?) de inglês perfeito, está lendo um teleprompter. O vídeo é feito em inglês, mas a maioria dos comentários é de brasileiros. Não há acessos a estatísticas. O vídeo foi feito e visto provavelmente por brasileiros, jovens, de classe média e alta que falam inglês. Fala da Copa do Mundo (preste atenção: todos falarão). E termina dizendo que "o povo é mais forte que aqueles eleitos para governá-los".
Que movimento pelo Passe Livre faria um vídeo em inglês ? Que é esse sujeito? Quem pagou essa produção, feita em estúdio com teleprompter? http://youtu.be/AIBYEXLGdSg
As dicas sobre quem ele é o que as pessoas que estão por trás disso querem estão no segundo vídeo, postado durante as manifestações de segunda-feira.  Este fala em português. Carregado de sotaque, celebra a tomada do Congresso Nacional por "protestantes" (sic). Esse vídeo foi menos visto, mas não pouco visto, são 66 mil pessoas. http://youtu.be/z-naoGBSX9Y Ele dá parabéns pela manifestação, pelas pessoas mostrarem que "amam" seu país. E segue para dar instruções. Cita as hashtags #changebrazil e o #brazilacordou. Diz que o público não pode se desconcentrar nisso pelo gol do Neymar, ou pelo BBB. Diz que não devem falar de outros assuntos. Mas ao mesmo tempo a mensagem é vazia além de "Muda Brasil". Ele se refere sempre sobre o que acontece como isso. E no minuto 2:06 ele diz para as pessoas fazerem o material para o exterior porque "quanto mais pessoas colocarem pressão sobre o Brasil, mais rápido o Brasil terá que se dobrar".
Que movimento é esse que quer mudar o Brasil fazendo ele se dobrar?

Ele mistura nas pautas do seu "movimento coisas que todos defendem, como contra a corrupção, e mais verbas para saúde e educação. Talvez por "coincidência" as mesmas pautas centrais, com a mesma linha de discurso foi postada em um vídeo suspostamente feito pelo grupo Anonymous justamente quando as tarifas iam baixar para propor novas causas. Ele já foi visto por 1 milhão e 400 mil pessoas http://youtu.be/v5iSn76I2xs Importante lembrar que como os vídeos do Anonymous usam imagem padrão e voz falada por digitada pelo Google, e são postadas em contas do Youtube aleatórias qualquer um pode fazer um vídeo se dizendo Anonymous.
O nosso amigo de sotaque não é o único vídeo que veio de fora. Já ficou famoso o vídeo de uma menina bonitinha, Carla Dauden, uma brasileira que mora em Los Angeles, falando contra a Copa do Mundo. Na descrição do vídeo ela diz que tinha feito o vídeo antes dos protestos (talvez para justificar a produção apurada), mas postou no dia 17 de junho . Carla diz Mais de 2 milhões de pessoas o viram. De novo, em inglês com legendas. Pretensamente para o exterior, mas de novo a maioria dos comentários é brasileiro. Ou seja, são para jovens que falam inglês. Diz mentiras como que os custos do evento teriam sido 30 bilhões de dólares, o que parece que os estádios custaram isso. Quando na verdade os custos reais são 28 bilhões de dólares, a maior parte em obras de mobilidade urbana, não estádios – veja o vídeo aqui http://youtu.be/ZApBgNQgKPU Mas quem está checando acusações?
Prestem atenção. A soma de apenas esses 3 vídeos somente deu 5

21 de jun de 2013

OpenSanti

OpenSanti


Carta aberta dos movimentos sociais à presidenta Dilma Roussef

Posted: 20 Jun 2013 03:39 PM PDT

Dilma Rousseff, em Belo HorizonteDilma Rousseff

Ela é assinada por 35 entidades do movimento social e popuular. Elas propõe a realização urgente de uma reunião nacional, envolvendo governos estaduais, prefeitos das principais capitais, e os movimentos sociais, como forma de encontrar saídas para enfrentar a grave crise urbana que atinge nossas grandes cidades.

Cara Presidenta,
O Brasil presenciou, nesta semana, mobilizações que ocorreram em 15 capitais e centenas cidades. Concordamos com suas declarações que afirmam a importância para a democracia brasileira dessas mobilizações, cientes que as mudanças necessárias ao país passarão pela mobilização popular.
Mais que um fenômeno conjuntural, as recentes mobilizações demonstram a gradativa retomada da capacidade de luta popular. É essa resistência popular que possibilitou os resultados eleitorais de 2002, 2006 e 2010. Nosso povo, insatisfeito com as medidas neoliberais, votou a favor de um outro projeto. Para sua implementação, esse outro projeto enfrentou grande resistência principalmente do capital rentista e setores neoliberais que seguem com muita força na sociedade.
Mas, enfrentou também os limites impostos pelos aliados de última hora, uma burguesia interna, que na disputa das políticas de governo, impede a realização das reformas estruturais, como é o caso da reforma urbana e do transporte público.
A crise internacional tem bloqueado o crescimento e com ele, a continuidade do projeto que permitiu essa grande frente que, até o momento sustentou o governo.
As recentes mobilizações são protagonizadas por um amplo leque da juventude que participa pela primeira vez de mobilizações. Esse processo educa aos participantes permitindo-lhes perceber a necessidade de enfrentar aos que impedem que o Brasil avance no processo de democratização da riqueza, do acesso a saúde, a educação, a terra, a cultura, a participação política, aos meios de comunicação.
Setores conservadores da sociedade buscam disputar o sentido dessas manifestações. Os meios de comunicação buscam caracterizar o movimento como anti Dilma, contra a corrupção dos políticos, contra a gastança pública e outras pautas que imponham o retorno do neoliberalismo. Acreditamos que as pautas são muitas, como também são as opiniões e visões de mundo presentes na sociedade. Trata-se de um grito de indignação de um povo historicamente excluído da vida política nacional e acostumado a enxergar a política como algo danoso à sociedade.
Diante do exposto nos dirigimos a V. Ex.a para manifestar nosso pleito em defesa de políticas que garantam a redução das passagens do transporte público com redução dos lucros das grandes empresas. Somos contra a política de desoneração de impostos dessas empresas.
O momento é propício para que o governo faça avançar as pautas democráticas e populares, e estimule a participação e a politização da sociedade. Nos comprometemos em promover todo tipo de debates em torno desses temas e nos colocamos à disposição para debater também com o poder público.
Propomos a realização, com urgência, de uma reunião nacional, que envolva os governos estaduais, os prefeitos das principais capitais, e os representantes de todos os movimentos sociais. De nossa parte, estamos abertos ao diálogo, e achamos que essa reunião é a única forma de encontrar saídas para enfrentar a grave crise urbana que atinge nossas grandes cidades.
O momento é favorável. São as maiores manifestações que a atual geração vivenciou e outras maiores virão. Esperamos que o atual governo escolha governar com o povo e não contra ele.
Assinam:
ADERE-MG; Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG); AP – Assembléia Popular; Barão de Itararé; CIMI; CMP-MMC/SP; CMS; Coletivo Intervozes; CONEN; Consulta Popular; CTB; CUT; Fetraf; Fórum Ecumênico ACT Brasil; FNDC- Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação; FUP; KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço; Levante Popular da Juventude; MAB; MAM; MCP; MMM; Movimentos da Via Campesina; MPA; MST; Quilombo; Rede Ecumênica de Juventude (REJU); SENGE/PR; Sindipetro – SP; SINPAF; UBES; UBM; UJS; UNE;/ UNEGRO

Medidas já tomadas pelo governo federal para a redução dos custos do transporte público

Posted: 20 Jun 2013 03:27 PM PDT

O governo federal implementou, recentemente, várias medidas para reduzir os custos de toda a cadeia do transporte público, desde a fabricação de ônibus e vagões de metrô até os serviços de transporte, passando pela compra de combustíveis e outros insumos utilizados pelo setor. As principais medidas tomadas foram:

1. Desoneração da folha de pagamentos

a. Para o setor de transportes urbano rodoviário, metroviário e ferroviário:

Desde janeiro de 2013, foi eliminada a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamento das empresas de serviço de transporte. Em contrapartida, essas empresas passaram a pagar apenas 2% sobre seu faturamento, com impacto anual estimado de R$ 1,45 bilhão.

b. Para fabricação de ônibus e equipamentos ferroviários:

Para as empresas fabricantes também foi adotada a eliminação da contribuição patronal na folha. Nesse caso, houve a adoção de uma contribuição de 1% sobre o faturamento, resultando em uma desoneração de R$ 176 milhões por ano.

2. Eliminação do PIS/Cofins

Desde o início deste mês, está em vigor a Medida Provisória 617, que elimina a incidência de PIS/Cofins sobre a receita das empresas de transportes urbano rodoviário, metroviário e ferroviário. A alíquota anterior era de 3,65%.

3. Redução para zero da Cide sobre diesel

Desde junho de 2012, a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) foi reduzida a zero para os combustíveis. Com essa redução, reduz-se o preço do óleo diesel utilizado pelos ônibus urbanos, contribuindo diretamente para a diminuição dos custos do transporte público. Para todos os combustíveis, a estimativa da renúncia fiscal com a redução a zero da Cide é de R$ 11,4 bilhões.

4. Redução da tarifa de energia elétrica

Em janeiro, o governo federal viabilizou a redução dos preços da energia elétrica, insumo utilizado pelo sistema de metrô. A redução das tarifas foi de 20% em média. Isto significa uma redução de cerca de 3% nos custos das empresas do metrô. De acordo com a CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), o gasto médio de energia mensal, em Belo Horizonte, reduziu-se de R$ 1,25 milhão para R$ 800 mil; em Recife, passou de R$ 2 milhões para R$ 1,4 milhão.

5. IPI Zero para ônibus

Os ônibus estão isentos de IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados), iniciativa que certamente contribui para a redução dos preços finais dos ônibus, com impacto sobre a tarifa de transporte.

6. Redução do custo de financiamento na aquisição de ônibus

Em 2013, a taxa de juros para a compra de ônibus, vagões e locomotivas está estipulada entre 3% e 4%, dentro do programa federal PSI (Programa de Sustentação do Investimento). O prazo de financiamento é de até 10 anos. Com essa redução de custo financeiro, incentiva-se a aquisição de ônibus pelas empresas de transporte público. Desde 2009, já foram desembolsados R$ 11,6 bilhões para o transporte urbano e rodoviário no Cambito do PSI.

7. Subsídios do governo federal para o metrô

Graças também aos subsídios, o preço do bilhete de metrô em Natal, Maceió e João Pessoa é de R$ 0,50 desde 2003. Em Belo Horizonte, é de R$ 1,80 desde 2007. (arquivo em .PDF)